"Pôncio Pilatos Lavou as mãos e o governo federal fez o mesmo nesta questão"
1. Governo deixa de regular especializações.
2. Entidades não educacionais que ofereciam cursos de especialização
não precisam mais da autorização do MEC para oferecer cursos latu
sensu.
3. Agora os diplomas de todos os cursos latu sensu deixam de ter a
chancela do MEC no diploma.
4. CNE diz que a pós latu sensu passará a ser considerada "curso
livre" (como informática e inglês).
E, então, isso é bom ou ruim? Quais as vantagens e desvantagens?
Aponto uma desvantagem:
A LDB em sua confusa redação equipara o latu sensu ao mestrado estrito
em alguns casos, como para lecionar no ensino superior como mestre.
Acho, inclusive, que esta equiparação era o único motivo para o MEC
regulamentar o latu sensu.
Porém, a LDB continua em vigor. O que mudou? O mercado não contrata
mais especialistas para lecionar na graduação? Ou esta medida visa
valorizar o stritu sensu, que será o único reconhecido e fiscalizado.
Outro ponto, como ficam os concursos públicos e processos seletivos, com essas novas medidas.
Teria a portaria/documento do MEC que trata essa questão das mudanças nas regras das especializações ?
"Poncio Pilatos Lavou as mãos e o governo federal fez o mesmo nesta questão"
Textos enviados à lista dediscussão sobre EaD por Jaime Balbino e Clóvis Tristão.